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FOTO EM CENA . RIO DE JANEIRO
CHRISTIAN GAUL - Graduado pela Universidade de Nova York em Literatura e Economia, em 1993, Christian formou-se com “Minor” em Fotografia, arte que se especializaria mais tarde.
Autor de quatro exposições individuais e uma coletiva, entrou no mercado de publicidade e editorial em 1994. Anos mais tarde é contratado como fotógrafo senior da TRIP Editora, responsável pelas revistas TRIP, Tpm, Daslu, Gol (revista de bordo), Mitsubishi e Expand, onde atuou até Março de 2004. Nesse período teve oportunidade de fazer inúmeras viagens dentro e fora do Brasil, imergindo em projetos jornalísticos de longo prazo aprimorando, assim, sua técnica em contar histórias. Com um olhar mais natural e autenticamente brasileiro, seu trabalho tem participação vital no estudo e desenvolvimento do nu na fotografia brasileira contemporânea. Editoriais de moda, grandes reportagens, capas de CD e teatro também fazem parte do acervo de Christian Gaul, que tem em seu currículo clientes como Vogue, Elle, WomenSecret (Espanha), New Yorker (Alemanha), NiCO Magazin (Bélgica), BYM (Alemanha), Le Monde (França), Editora Abril, Editora Globo, ViZOO Editora, Coca-Cola, Richards, Renner, Wollner, MTV, Totem, Renner, Leeloo, Esso, Banco Bradesco, Santander, Oi, Unimed, Wöllner Universal Music, Warner, BMG, EMI, SONY Music, Sportv, Oi, Daslu, Redley, DPZ, McCann, AGE, NBS, Standard Ogilvy, FCB, Paim Comunicações, e Globo.com., Vogue, Fiat, Lita Mortari, OEstudio e mais...
DALTON VALÉRIO - O fotógrafo Dalton Valerio é carioca, nascido em 1966. Sua formação fotográfica teve início em 1993, quando trabalhava para a Petrobrás como químico (onde trabalhou por onze anos, até 1998).
Biografia: Fotografa profissionalmente desde 1995, quando fundou a Agência Foto in Cena para produzir e viabilizar seus ensaios fotográficos pessoais - ligados à cultura brasileira, suas manifestações folclóricas, as festas populares e seus personagens, as diferentes raças e crenças. Publicando em revistas da Editora Abril, Jornal do Brasil e o jornal dinamarquês Jyllands-Posten, expôs alguns destes trabalhos em duas edições do Salão Finep de Fotojornalismo (RJ – 1997 e 1999), nas coletivas “Paixão pelo Futebol” (Casa da Fuji – SP – 1998), “Retratos da Fé” (Serro – MG – 1997), “Transfigurações – o Rio no olhar contemporâneo” (Centro Cultural Light – RJ – 2001). Conquistou o Prêmio Leica de Fotografia em 2003 através de um ensaio sobre os índios Kalapalos. Em 1998 monta seu estúdio e passa a atuar nas áreas em que hoje é especializado: publicidade onde trabalha para Swains, Daniele Dessin e agências como Aldeia Comunicação, Incentivo Propaganda entre outras. institucional, trabalhando para empresas como Petrobrás, AGA, Sesc, Mills e diversos hotéis do Rio (Sheraton Barra, Meridien). espetáculos culturais com diversas cias de teatro, Multishow, Riocenacontemporânea e capas de cd.
FLÁVIO DAMM - Nascido em 1928 e que completou este ano 63 anos de fotografia, começou sua atividade como foto jornalista em 1946, na “Revista do Globo”, em sua cidade natal, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, onde publicou as primeiras fotos do ex-ditador Getúlio Vargas no exílio, em 1947, numa fazenda na fronteira com a Argentina.
Essas fotos foram divulgadas na imprensa mundial, pelo fato de mostrarem Vargas após dois anos sem permitir suas imagens na midia. Elas marcaram o primeiro momento do que viria a ser a volta de Getúlio ao poder, democraticamente eleito em 1950. Durante dez anos, Flávio Damm trabalhou na revista “O Cruzeiro”, no Rio de Janeiro, onde, além de fotografar, escrevia os textos de suas reportagens, o que lhe deu a oportunidade de ser correspondente nos Estados Unidos, em 1957/58. Em 1953, cobriu a Coroação da Rainha Elizabeth da Inglaterra e, em 1957, acompanhou a Rainha em sua viagem ao Canadá e aos Estados Unidos. No mesmo ano, foi o único jornalista brasileiro presente em Cabo Canaveral a fotografar a explosão do foguete que levaria ao espaço o primeiro satélite americano, o Vanguard. Durante a construção de Brasília, convidado por Oscar Niemeyer, entre 1958 e 1961, documentou o surgimento da nova capital, traduzindo em imagens fotográficas o traçado criado na prancheta pelo genial arquiteto. No Brasil, foi correspondente da agência americana de notícias “Black Star”. Ilustrou o livros “Bahia de Todos os Santos” e “Bahia Boa Terra Bahia”de Jorge Amado e “Pernambuco Sim” de Gilberto Freyre. Fotografou Candido Portinari durante os seus dois últimos anos de vida, trabalho que resultou no único documentário fotográfico sobre o pintor. Flávio Damm foi fundador do Projeto Portinari, em 1976, e diretor da Associação Cultural Candido Portinari, entre 1995 e 1997. Reeditou uma edição de luxo da obra “Dom Quixote” composta de vinte e seis desenhos a lápis de cor, implantado no Projeto Portinari um trabalho editorial e de produção de exposições de réplicas da obra do pintor. Oito dessas exposições estão, atualmente, sendo exibidas em todo o Brasil. Um livro sobre Portinari está em produção, mostrando a intimidade profissional do artista com fotos inéditas, inclusive o seu último retrato feito seis dias antes da sua morte, em 1962. Flávio Damm tem dezesseis livros publicados. Expôs na França, Suíça, Alemanha e no Brasil. Em 1997, ganhou o Premio Pirelli e expôs no MASP, Museu de Arte de São Paulo. Tem suas fotos em coleções de museus e de particulares.
IVAN CARDOSO - Ivan do Espírito Cardoso Filho nasceu no Rio de Janeiro em 1952. Vive e trabalha no Rio de Janeiro, Brasil.
Biografia: Fotógrafo, diretor, produtor, artista plástico e jornalista, estreou no cinema em 1970 com "Nosferatu no Brazil", filmado em super-8 e estrelado pelo poeta tropicalista Torquato Neto. Desde então realizou mais de 20 curtas e seis longas. Dirigiu seu primeiro longa em 1982, "O Segredo da Múmia", com Wilson Grey e Regina Casé. A partir deste filme e de "As Sete Vampiras", de 1986, ficou conhecido como o "mestre do terrir", por misturar terror, humor e boas doses de sexo. Admirador de Zé do Caixão, Ivan Cardoso foi apelidado de "Ivampirismo" pelo poeta Augusto de Campos. Nos anos 70, participou ativamente dos movimentos poético-cinematográficos de vanguarda no país, ao lado de artistas como Hélio Oiticica e Décio Pignatari. Como fotógrafo, registrou o seu trabalho e o de muitos desses artistas, o que resultou na publicação do livro "De Godard a Zé do Caixão", lançado em 2002 pela Funarte. Em 2005, apresentou dois novos longas: "Um Lobisomem na Amazônia", produzido por Diler Trindade, com Evandro Mesquita e Danielle Winits, e "A Marca do Terrir", que reúne trechos de tudo o que produziu no hoje abandonado formato super-8. A série, chamada de "Quotidianas Kodak", inclui, entre outros títulos, "Branco, Tu És Meu", com Carlos Vergara, e "Sentença de Deus, Amor e Tara".
JOÃO ROBERTO RIPPER - João Roberto Ripper é fotojornalista há mais de 20 anos.
Biografia: Atuou como repórter fotográfico dos principais jornais e agências do país, a citar O GLOBO, Agência F4, Diário de Notícias, Imagens da Terra. É fundador e coordenador da ONG "Imagens da Terra", entidade de defesa dos direitos humanos, atuando principalmente na cobertura fotográfica de conflitos sociais (sem terra, índios, trabalho escravo, trabalho infantil, favelas, entre outros). Atualmente trabalha como freelancer para os seguintes órgãos: Washington Post, New York Times, Le Mond , Revista Marie Claire, Revista Caros Amigos, Revista Veja, Revista Tudo , Revista Domingo (Jornal do Brasil), Revista Sem Fronteiras, entre outros. Entre os prêmios acumulados, podemos citar alguns: - Prêmio Interpresphoto (versão anterior ao WordPresphoto) - Prêmio Waldimir Herzog (concedido ao Jornal dos Sem Terra por uma série de reportagens sobre conflitos de terra) - Prêmio Internaciaonal de Ecologia IICC - Prêmio Empreendedor_Social – (concedido pela Fundação Ashoka pela documentação sobre trabalho escravo em1998) - Prêmio Agenda Latino-americana 2002-2003
MARCO TERRANOVA - Marco Terranova diz que a fotografia abriu sua percepção para o mundo. Assim, ele desenvolve um trabalho que lança um novo olhar para as questões sociais e procura outros ângulos para clicar a natureza. Para ele, o grande aprendizado adquirido foi a paciência de esperar a hora certa para fotografar.
Biografia: Tem 42 anos sendo 29 deles dedicados a fotografia, cinema e vídeo tem como algumas de suas principais caracteristicas trabalhos na área jornalistica, aventura e natureza, Humanas e sociais. Trabalhou no Jornal do Brasil de 95 até 2000 Recebeu várioa prêmios destacando: Castelo Branco de Fotojornalismo 1996; Premio ESSO de fotografia 1999 com a foto " Domingo de pavor". Suas fotografias estão na Coleção de arte Gilberto Chatobriand. Participa de diversas exposições coletivas e individuais destacando Equilíbrio desequilíbrio Galeria Câmara Clara 2001; * Santa Marta dos Anjos 2003; 50 anos do premio ESSO;entre outras . Tem participação em vários livros publicados como "O Rio sob a lente de seus fotografos" 1992,"Montanhas do Rio", 2003/ editora sextante ,"Biodiversidade da costa Brasileira";* "O porto e a cidade", 2005 /editora Casa da Palavra, "Muito além" Dertonautas Roque Clube, 2006 / editora Performance.
MILAN Nasceu em Paris em 1926, mudou-se para o Rio em 1939 onde se interessa pela fotografia.
Nos anos quarenta Milan ingressou no Foto Clube Brasileiro, instalou-se como fotógrafo e a partir 1950 passou a fazer fotografia publicitária. De 1967 à 1973 trabalhou em Paris. Retornou ao Rio em 1973, exercendo a profissão até 1982. Desde 1983 trabalha com seus sócios num dos melhores laboratórios fotográficos do Rio de Janeiro. BYM (Alemanha), Le Monde (França), Editora Abril, Editora Globo, ViZOO Editora, Coca-Cola, Richards, Renner, Wollner, MTV, Totem, Renner, Leeloo, Esso, Banco Bradesco, Santander, Oi, Unimed, Wöllner Universal Music, Warner, BMG, EMI, SONY Music, Sportv, Oi, Daslu, Redley, DPZ, McCann, AGE, NBS, Standard Ogilvy, FCB, Paim Comunicações, e Globo.com., Vogue, Fiat, Lita Mortari, OEstudio e mais...
MILTON GURAN - Fotógrafo, antropólogo, jornalista, curador independente, professor da Universidade Candido Mendes e pesquisador associado ao Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal do Paraná e do Laboratório de História Oral e Imagem da Universidade Federal Fluminense (LABHOI).
Participou com suas fotografias de várias exposições individuais e coletivas no Brasil e no exterior. É coordenador do FotoRio (Encontro Internacional de Fotografia do Rio de Janeiro).
MILTON MONTENEGRO - Um dos primeiros fotógrafos a utilizar as técnicas digitais na fotografia, Milton Montenegro apresenta suas principais obras, catalogadas no livro "Câmera Obscura". Ele explica que a base de seu trabalho são as fotos construídas, resultantes da manipulação e da liberdade criativa.
Biografia: Milton Montenegro, nascido no Rio de Janeiro em 1954, desenvolveu um interesse especial pela Fotografia desde a infância. Em 1975/76 viveu em Londres onde, através dos livros, museus e galerias, conheceu a obra dos grandes mestres e descobriu o potencial da Fotografia como linguagem. De volta ao Brasil, tornou-se assistente do fotógrafo de publicidade Federico Spitale, com quem aperfeiçoou técnicas de estúdio e iluminação. Em 1980, montou em parceria com a fotógrafa Marcia Ramalho um dos estúdios mais completos e bem equipados do Rio. Ali realizou inúmeros trabalhos para as gravadoras de discos e grandes agências de publicidade do país, em campanhas para empresas como Coca-Cola, Souza Cruz, Brahma, Shell, Esso, Free Jazz. Ainda na década de 80 testemunhou e participou dos estágios iniciais da computação gráfica, tornando-se um dos primeiros profissionais no mundo a utilizar técnicas digitais na Fotografia. Ao longo dos anos e paralelamente à sua carreira comercial, Milton Montenegro vem desenvolvendo diversos projetos autorais, dos quais o mais recente foi a publicação do livro Camera Obscura. É representado internacionalmente pela Tepper Takayama Fine Arts, Boston, EUA.
NANA MORAES - Conhecida como a fotógrafa preferida das celebridades, Nana Moraes já fez mais de 600 capas de revistas de moda, além de ter realizado importantes campanhas nacionais e estrangeiras. Nascida em uma família de fotógrafos, sempre resistiu em seguir a carreira, no entanto, o talento falou mais alto.
Biografia: Nana Moraes, faz parte de uma família de fotógrafos. Seu pai, José Antonio, trabalhou no mercado jornalístico, editorial e publicitário nas décadas de 60, 70, 80 com quem tudo aprendeu. Se formou em jornalismo pela PUC de São Paulo e desde então vem desenvolvendo seu trabalho fotográfico. Colabora para principais publicações editoriais do mercado, revistas CLAUDIA, NOVA, ELLE, ESTILO, BOA FORMA, VIP, etc.. Tem mais de 600 capas publicadas. Foi a primeira fotógrafa brasileira responsável por campanhas internacionais da L’oreal Garnier Nutrisse, Movida, Colorama e L’oreal Professional. Além de campanhas para Telefonia OI, O Boticário, Antártica, Lux, etc.. No mercado fonográfico atua regularmente, como também no mercado de Moda e Beleza. Fez exposições individuais: “Mulher, Tinta e Fotografia” (1997), “Tributo a Lucio Costa” (1998) e exposições coletivas, “Exposição Itinerante do Centro de Fotografia da América Latina” (1988), “Talentos do Rio – Barra Shopping” (1995), “Passarela Carioca – Rio Sul” (1998), “Dia dos Namorados – Barra Shopping” (1993), “36 Anos Sem Marilyn Monroe – Shopping da Gávea; São Paulo e Brasília” (1998), “Mulher / Fabricatto – Bookmaker” (1990), “Mulher / Fabricatto – Rio de Janeiro e São Paulo” (1991), “Brasil Terra e Gente – 500 anos do descobrimento – Sandro’s Gallery Harare Zimbabwe “ (2000), “Brasil Terra e Gente... – Centro Cultural e de Cooperação Francês Nairobi Kenya”, “25 anos Rio Sul” (2005).
RENAN CEPEDA - Reconhecido por trabalhos nas áreas de fine arts e videoarte, o fotojornalista Renan Cepeda remonta sua trajetória profissional desde os primeiros contatos com os negativos. Ele fala também sobre sua necessidade de fotografar e de produzir fotos que exploram o grafismo e os jogos de luz.
Biografia: Renan Cepeda nasceu na cidade do Rio de Janeiro, em 1966. Começou a fotografar em preto-e-branco aos onze anos de idade e profissionalizou-se em 1987. Integrou a equipe de fotojornalistas do Jornal do Brasil entre 1988 e 1993. Colaborou como freelancer para as revistas Veja, Época, Istoé, Elle, Exame e Folha de S. Paulo e foi correspondente da agência francesa Sipa-Pree de 1993 a 1995. Atualmente, Cepeda desenvolve trabalhos autorais na área de fine arts, vídeos de arte e documentários. Desde 1991, faz pesquisas com filmes infravermelhos e outras técnicas incomuns de registro da luz, como o light painting, do seu work-in-progress “Pichações de Luz”, que já lhe rendeu vários prêmios. Cepeda já realizou mostras individuais e participou de várias coletivas no Rio, em São Paulo e em Buenos Aires. É representado pela Anita Schwartz Galeria, na capital fluminense.
RICARDO BELIEL - Em mais de 30 anos de carreira, Ricardo Beliel já passou por todos os jornais e revistas de circulação nacional. No programa, o fotojornalista define sua relação com a fotografia, fala da influência da família e comenta os ensaios que produziu nos continentes africano e latino-americano.
Biografia: Nascido em 1953 no Rio de Janeiro, é jornalista desde 1976. Começou trabalhando como fotógrafo do jornal O Globo, passando depois por Manchete, Placar, Veja, Isto É, Jornal do Brasil e O Estado de São Paulo. Foi editor de Fotografia da revista Manchete e sub-editor no jornal Lance. Durante seis anos fez parte da agência GLMR & Saga Associés em Paris, produzindo reportagens fotográficas na América Latina e África. Atualmente trabalha como jornalista free-lancer para revistas e jornais como Grands Reportages, Figaro Magazine, Terre Sauvage e VSD Magazine (França); Time, National Geographic, San Francisco Chronicle, Houston Chronicle, Christian Science Monitor (EUA); Bild Zeitung, Bunte e Leipzig Volkszeitung (Alemanha); Playboy e Voyage (Polônia), Colors, La Republica e Guerin Sportivo (Itália); Geo e National Geographic (Espanha); Elsevier (Holanda), Fyns Amts Avis Dinamarca), Los Tiempos (Chile); Ícaro, Terra, Próxima Viagem, Marie Claire, Cláudia, National Geographic (edição brasileira), Época, Sabor, Elle, Nova Escola, Vip, Bons Fluidos, Náutica, Placar e Angola Hoje entre outros. Recebeu da Organização Internacional de Jornalistas o prêmio Interpressphoto e da Confederação de Jornalistas da União Soviética o prêmio Alexander Rodchenko, ambos em 1991. Foi finalista cinco vezes do Prêmio Abril de Jornalismo, sendo vencedor em três anos consecutivos. Em 1997, em parceria com a jornalista Beatriz Cardoso, foi finalista no Prêmio Esso de Jornalismo com uma reportagem sobre a expedição da Funai para estabelecer o primeiro contato pacífico com os índios korubo na floresta amazônica. Participou de 47 exposições em locais como Kunsthaus, em Zurich, Museo Carillo Gill, na cidade do México, Museo de Bellas Artes, em Caracas, Centro Cultural Banco do Brasil e no Centro Cultural Justiça Federal, no Rio de Janeiro, e Museu de Arte de São Paulo. Graduado em jornalismo na Faculdade Hélio Alonso e pós-graduado em Fotografia nas Ciências Sociais na Universidade Cândido Mendes. Atualmente é professor na Faculdade Estácio de Sá e no Ateliê da Imagem.
ROGÉRIO REIS - No bate-papo, Rogério Reis conta que começou na fotografia pelas portas do fotojornalismo e trabalhou, entre outros, no JB, Globo e Veja. Para ele, a experiência com o jornalismo permitiu interpretar melhor a realidade e ter um senso crítico mais apurado. Atualmente, o fotógrafo trabalha na Tyba, agência que ajudou a fundar.
Biografia: Rogério Reis nasceu em abril de 1954 no Rio de Janeiro e descobriu a fotografia nas oficinas de arte do MAM-Museu de Arte Moderna, nos anos 70. Trabalhou no Jornal do Brasil (1977), no O Globo (1980), na revista Veja (1983), e participou do Grupo F4 de fotógrafos independentes dos anos 80. É um dos fundadores da Tyba (1991) onde trabalha como fotógrafo e editor de projetos especiais. Em 1999 recebeu o Prêmio Nacional de Fotografia da Funarte. É autor do livro Na Lona - Editora Aeroplano (2001) e co-autor dos livros, Revisitando a Amazônia de Carlos Chagas - Editora Fiocruz (1996) e Retratos de Outono - Editora Sextante (1999). Participou de várias exposições individuais e coletivas.
VANTOEN PEREIRA JR. - A trajetória profissional de Vantoen Pereira Jr. está intimamente ligada ao cinema. O fotógrafo começou a se interessar pelos negativos ao trabalhar em filmes de José Medeiros e Roberto Farias. No programa, ele relembra os momentos mais importantes da carreira e comenta suas influências artísticas.
Biografia: Fotógrafo há 22 anos, atuando em produções cinematográficas, fotojornalísticas e publicitárias, tv e vídeo. Foi repórter fotográfico colaborador com publicações nas editoras jornalísticas nacionais e internacionais com o JB, O Globo, Folha de São Paulo, Estadão, Bloch/Manchete, Veja , Veja-Rio, Exames, Caras , GEO, Penthouse e Revue Noire. Há alguns anos vêm se destacando como fotógrafo de cena (still) em cinema e algumas das produções das quais participou são: O que é isso companheiro, Páscoa em março, Memórias Póstumas ... e EU, TU, ELES. Participou de diversas exposições no Rio, São Paulo, Santa Catarina, nos EUA, na Europa e África. Premiado pelo concurso Marc Ferrez de fotografia FUNARTE-minC/ RJ com o projeto Velha guarda.... Memória viva do samba, um ensaio fotográfico documental ao encontro da tradição dos velhos sambistas e suas expressões.
WALTER FIRMO - Considerado um dos pilares do fotojornalismo brasileiro, Walter Firmo se define como cronista da fotografia ao apostar em fotos que retratam a realidade através de um olhar poético. Passeando pelas ruas de Paquetá (RJ), ele apresenta sua obra dedicada à negritude e seus trabalhos sobre Cuba e Paris. Biografia: Walter Firmo nasceu no Rio de Janeiro, em 1937. Formou-se em jornalismo e com 20 anos entrou no jornal carioca Última Hora, onde começou a fotografar. Ficou sete anos no jornal diário, cobrindo o factual, e foi para a revista Realidade, onde poderia produzir ensaios mais elaborados. Depois disso passou pelas revistas Manchete, Isto É e Veja, e pelo Jornal do Brasil. Recebeu o prêmio Esso de Jornalismo, em 1963, com a série Cem Dias na Amazônia de ninguém, e nove vezes o Prêmio Internacional de Fotografia Nikon. Entre os livros publicados estão Walter Firmo. Antologia Fotográfica, Paris parada sobre imagens, Rio de Janeiro Cores e Sentimentos e Firmo (Editora Bem-te-vi) . Em 1986 foi diretor do Instituto Nacional de Fotografia, da FUNARTE, do qual ficou afastado no período do governo Collor, em 1991, quando a fundação foi instinta, retornando com a posse de Itamar Franco. Desde 1992, Firmo ministra cursos de fotografia pelo país, como na Íma Foto Galeria, em São Paulo, Techimage, em São Paulo e Belo Horizonte, Casa da Photographia, em Salvador, entre outras.
ZEKA ARAUJO - Zeka Araujo se define como um "fotógrafo vira-lata", aquele que faz de tudo um pouco. Em suas andanças pelo Jardim Botânico (RJ), lugar escolhido para ser seu escritório poético, o fotojornalista fala sobre a importância da fotografia em sua vida e dos novos rumos que ela vem tomando no século XXI.
Biografia: ZEKA ARAÚJO começou sua carreira como fotojornalista no jornal carioca DIÁRIO DE NOTÍCIAS, em 1967. Convidado pela revista O CRUZEIRO no ano seguinte , permanecendo até 1970. Volta ao jornalismo diário no jornal O GLOBO de 1970 até 1972. É convidado a trabalhar para a revista esportiva PLACAR, entre 1972 e 1974, antes de se tornar correspondente da EDITORA ABRIL em LONDRES entre 1974 e 1977 produzindo reportagens em cerca de quinze paises. De retorno ao BRASIL, colabora com a revista REPORTER TRÊS, em 1978. Em 1979 cria e dirige o NUCLEO DE FOTOGRAFIAS DA FUNARTE, embrião do INSTITUTO DE FOTOGRAFIA .Em 1984, foi um dos fundadores da AGENCIA CASA DA FOTO, antes de ingressar no ano seguinte , como curador de fotografias do MUSEU DE ARTE MODERNA DO RIO DE JANEIRO. De 1986 a 1986 é sócio da AGÊNCIA F-4,tendo como clientes REVISTA DE DOMINGO do JORNAL DO BRASIL e a REVISTA NEWSWEEK. Publica o livro JARDIM BOTÂNICO em parceria com o poeta e compositor TOM JOBIM, em 1988. De 1990/91 é editor de fotografias do JORNAL DO BRASIL.de 1991/94 é fotografo freelancer, colaborando com publicações como o jornal inglês OBSERVER e a francesa AGENCIA MAGNO.Durante os anos de 1994/95, foi professor de fotografia da ESCOLA DE ARTES VISUAIS do PARQUE LAGE.Em1997/98 foi editor de fotografias da REVISTA MANCHETE. Em 1996, recebeu do MINISTÉRIO DA CULTURA o PRÊMIO NACIONAL DA FOTOGRAFIA pelo conjunto da obra, valiosa contribuição ao desenvolvimento da fotografia no BRASIL.Entregue pelo ministro da cultura FRANCISCO WEFORT.Em 2000 é convidado para expor “ DEVIR” no CENTRO CULTURAL BANCO DO BRASIL, por ocasião de seu décimo aniversário, no RIO DE JANEIRO.Nesse mesmo ano publica no livro RIO ZONA NORTE.Em 2001 expõe no CENTRO CULTURAL RECOLETA em BUENOS AIRES ,ARGENTINA, com o trabalho “ TOKTEMPO”, nesse ano cria e apresenta o seminário” CONVERSA DO OLHAR,” no CENTRO CULTURAL DO BANCO DO BRASIL( CCBB) . Em , 2002 apresenta quatro programas para GNT sobre fotojornalismo e ministra curso para o INSTITUTO BRASILEIRO DE AUDIO-VISUAL , nesse mesmo ano é consultor do programa ARQUIVO N da GLOBONEWS.Em 2003 ministra curso na ESCOLA SUPERIOR DE DESNHO INDUSTRIAL( ESDI).Em , 2004 fotografa e dirige documentário ( DVD) RICHARD WAGNER MEETS BRASIL- para a produtora alemã GATEWAY4M.Em , 2005 dirige dois documentários sobre a crise da saúde no RIO DE JANEIRO.Ministra curso para jovens carentes de ACARI e IRAJÁ, no RIO DE JANEIRO.2006 fotografa obras da artista REGINA SILVEIRA para o catalogo da exposição LUZAZUL no CENTRO CUTURAL TELEMAR. Acaba de lançar,em homenagem aos dez anos da morte do eterno TOM JOBIM o livro” MEU QUERIDO JARDIM BOTÂNICO”editado pela JOBIM MUSIC.Continua ministrando curso para crianças carentes de IRAJÁ/ACARI, participa do seminário “Inclusão do olhar”.Fotografa para os catálogos da FUNDAÇÃO EVA KLABIN, GALERIA90,CLUBE DOS LOJISTAS DO RIO DE JANEIRO.Curadoria da exposição “ MUITO PRAZER” para o MAM-RIO.”PLANO INFINITO “ é o título da exposição individual para o CENTRO CULTURAL TELEMAR-RIO.FOGÃO DE LENHA-QUITANDAS E QUITUTES DE MINAS GERAIS de MARIA STELLA LIBANO CHRISTO para a EDITORA GARAMOND.
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